1º Intercâmbio Estudantil Ciência em Educação Integral: Territórios Formativos Científicos

A experiência “1º Intercâmbio Estudantil Ciência em Educação Integral: territórios formativos científicos” surgiu da demanda por ampliação de territórios formativos para estudantes da Rede de Ensino Público de Humaitá (AM). Implementada desde 2024, em quatro escolas para alunos dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental com matrícula no Programa Municipal Escola em Tempo Integral – Programa Educação Integradora, a iniciativa proporciona a imersão de estudantes, com significativa vulnerabilidade social, ao repertório de práticas científicas, convivência universitária e tecnológicas em ambientes formativos do Instituto e Educação, Agricultura e Ambiente, da Universidade Federal do Amazonas (IEAA/UFAM).
Entre as principais ações, destacam-se a articulação institucional entre a Secretaria de Educação e o IEAA/UFAM e a organização pedagógica das atividades de forma interdisciplinar, com visitas aos laboratórios e espaços pedagógicos da Universidade, nas áreas de Formação, Ciências, Química, Pedagogia, Solos e Agronomia e biblioteca universitária. As visitas contaram com a participação de docentes universitários, acadêmicos voluntários e professores das escolas atuantes no projeto e formação prévia ao início das atividades.
O processo de monitoramento e avaliação é realizado de modo qualitativo e quantitativo por meio do registro de frequência e participação dos estudantes nas atividades; de relatórios de avaliação das visitas pelos professores acompanhantes; e da observação direta do engajamento e interesse dos estudantes durante as visitas e encontros com a Coordenação do Programa, para ajustes e melhorias contínuas.
Essa iniciativa propiciou a ampliação do repertório cultural e socioeducacional dos estudantes e o desenvolvimento da curiosidade científica e do pensamento investigativo. Notou-se, também, o fortalecimento da parceria entre educação básica e ensino superior, com abertura para novas ações integradas à intersetorialidade e à articulação em rede. Esta experiência valoriza o papel da universidade pública como território de formação integral dos estudantes.




